Wednesday, 20 December 2017

Qual o melhor site para criar uma loja virtual ?

Olá pessoa!! Hoje estou aqui para falar para você, qual o melhor site para criar uma loja virtual na internet, mas antes disso, gostaria de explicar um pouquinho sobre os tipos diferentes de plataformas existentes, e depois, minha conclusão sobre a melhor loja virtual para seu negócio.

TIPOS DE PLATAFORMA DE LOJA VIRTUAL

Plataformas Open-Source

O primeiro tipo de plataforma que irei comentar, são as Open-Source, ou em português, plataformas e código aberto. Essas plataformas podem ser encontradas gratuitamente na internet e baixada para seu computador. Como plataformas open-source podemos citar a Magento e PrestaShop, entre outras.

As duas citadas, são plataformas excelentes, mas o grande problema, na minha opnião, são as dificuldades técnicas que podem envolver na instalação e manutenção. Quando trabalhamos com este tipo de plataforma, precisamos de um servidor de hospedagem, conhecimento para realizar sua instalação e depois conhecimento para manter a loja funcionando, pois infelizmente, praticamente todos os sites na internet já sofreram ou vão sofrer ataques, e é nessa hora que muitos acabam se arrependendo de ter utilizado plataformas open-source, por conta.

Ah, mas então eu não devo usar essas plataformas nunca? Não é isso.. Como eu disse, elas são ótimas, mas só recomendo que use, se você tiver uma equipe técnica própria ou se estiver contratando essas plataformas, por intermédio de agência especializada. Se seu objetivo é utilizar ferramentas open-source por ser gratuíta, não se engane.. O software é gratuíto, mas você continuará pagando hospedagem, certificado digital, manutenção, suporte, etc..

Plataformas Proprias

Desenvolver uma plataforma dentro de sua própria empresa ou por terceiros, é uma solução recomendada somente para quem necessita de uma solução de loja virtual com muitas particularidades, e que não pode ser feita com plataformas já existentes.

O custo para desenvolver uma ferramenta completa pode chegar na casas dos milhares de reais, além do elevado valor mensal com atualizações. Lembre-se que a todo instante sua ferramenta necessitará de atualizações devido a mudança nos correios, sistemas de pagamento, integrações com marketplaces e muito mais..

Resumindo.. se você não possui alguma idéia de e-commerce muitooooooo diferente de qualquer coisa já existente, esqueça essa possibilidade.

Plataformas SaaS

Plataforma SaaS , do inglês Software as a Service, ou no nosso lindo e querido português, Software como serviço, são as famosas plataformas de lojas virtuais alugadas, onde pagamos uma taxa mensal, para ter um serviço completo ao nosso dispor. Essa sem dúvida alguma é a minha solução ideal, pois com menos de R$ 50,00 por mês encontramos excelentes empresas, que nos oferecem hospedagem, toda a plataforma de venda, integrações, atualizações, proteção anti-hacker e muito mais.

A desvantagem deste tipo de plataforma é que você não pode editar 100% como deseja, afinal, está trabalhando com uma ferramenta “fechada”, mas por outro lado, hoje em dia as soluções estão tão completas, que é difícil existir algo que não possamos fazer, dentro do que as ferramentas oferecem.

Para este tipo de plataforma, eu recomendo a ipCommerce, uma plataforma que está a bastante tempo no mercado e que pode atender perfeitamente a pequenas e médias empresas.

QUAL A MELHOR PLATAFORMA DE LOJA VIRTUAL

Se você chegou até essa parte do texto, então acho que já entendeu que não existe uma única plataforma ideal, e sim, a melhor solução conforme o seu projeto. Se você está começando agora e não quer se preocupar com problemas, vai fundo de plataformas SaaS. Se você possui um negócio com muitas particularidades, procure trabalhar com soluções próprias, mas prepara um bom capital. E se você não gosta de ficar preso em plataformas prontas, e quer arriscar em projetos open-source, vai fundo de magento ou prestashop, mas procure uma agência especializada, que possa lhe oferecer todo suporte necessário em caso de falhas, manutenções, invasões, etc..

Bom, por hoje é isso pessoal.

Espero que vocês tenham gostado deste post.
Se ficarem com dúvida, não deixe de postar um comentário.

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Thursday, 16 November 2017

Empresa cria serviço de logística exclusivo para e-commerce

Uma das mais difíceis e custosas tarefas da maioria dos e-commerces está ligada à logística e ao armazenamento de seus produtos, já que boa parte dos lojistas não possui um espaço muito grande, ou quando possui, gastam valores consideráveis para manter seu estoque em locais seguros.

Para ajudar nesta tarefa, a Vlogix, empresa paranaense de logística, acaba de lançar no mercado seu serviço de armazenamento e envio de produtos, voltado para pequenas e médios e-commerces.

Com espaço de armazenamento próprio, seguro e monitorado, e ferramentas exclusivas, você encontrará na Vlogix a parceria que vinha buscando para fazer o seu negócio deslanchar e ainda reduzir os custos.

ENTENDA COMO FUNCIONA


A Vlogix tem como sua principal proposta, oferecer o serviço de armazenagem, envio, recebimento e troca de mercadorias, sendo que, por meio de ferramentas criadas exclusivamente para este fim, você poderá acompanhar todas as informações sobre o seu estoque, incluindo relatórios e alertas dinâmicos que irão te informar sobre produtos com estoque baixo, produtos com defeitos, trocas, etc..

Um grande diferencial da empresa é a dashboard REAL TIME, que permite ao lojista, acompanhar em tempo real o processo de envio de seus produtos e a API que permite integrar todo o processo, com ferramentas externas, como o ERP de sua empresa.

Outro ponto a favor é a flexibilidade na criação do seu projeto. Por ser voltada ao pequeno e médio lojista, eles possuem planos acessíveis e bastante flexíveis, projetado conforme o seu estoque.

Quer saber mais sobre a vlogix? Acesse www.vlogix.com.br

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Tuesday, 7 November 2017

Como descobrir se você precisa de hospedagem compartilhada, revenda ou cloud

Como descobrir se você precisa de uma hospedagem compartilhada, revenda ou cloud

 Essa sem dúvidas é uma das perguntas que provavelmente deixa muitas pessoas com dor de cabeça, talvez por não conhecer a fundo as principais diferenças entre os serviços, por não conseguir identificar em qual delas o seu projeto se enquadra ou até mesmo por estar pensando no quanto pode precisar gastar para não fugir do orçamento.

Seja qual for a resposta, vamos falar um pouco de todos os três e como cada um pode influenciar no seu projeto, quais as vantagens de cada um e quais os problemas podem ocorrer com uma escolha errada. Quando você entender como tudo funciona e como vai impactar no seu negócio, vai estar preparado para tomar essa decisão e contratar sem medo o melhor serviço para que não volte a ter dor de cabeça.

Como entender a diferença de cada serviço?

Antes de você definir qual o serviço vai ser o mais indicado no seu projeto, você precisa saber muito bem diferenciar cada um dos serviços e saber como cada um funciona para só então fazer a melhor escolha. Pense que cada um deles atende a uma determinada demanda, uma necessidade em especial, que tudo vai depender de como você vai trabalhar e como tudo vai ser encaminhado para o seu público.

Vamos usar um exemplo muito simples, pense em um grande prédio, ele é dividido por andares, cada qual com seus quartos, agora imagine que uma hospedagem de site compartilhada funciona semelhante a um dos andares desse prédio, cada espaço de hospedagem é como um quarto, então você tem várias camas e divide o seu espaço com todas elas, qualquer problema com um dos “hóspedes” acaba influenciando os outros.

Cada cliente de hospedagem tem os seus recursos (espaço, transferência, e-mails, etc), porém o espaço é compartilhado. É uma ótima escolha para quem está começando e deseja um plano mais acessível, o investimento é baixo e pode mudar de plano sempre que necessário.

Agora indo um pouco mais longe, vamos entender dessa mesma forma como funciona a revenda de hospedagem, que seria mais ou menos como cada revenda sendo um quarto, cada revendedor tem uma quantidade X de camas a sua disposição, ele pode colocar quem quiser nos seus respectivos quartos, até locar o seu espaço total, quanto maior a revenda, mais espaço ele poderá oferecer aos seus novos clientes.

Já o cloud é um pouco mais completo, o cloud baseia-se em uma máquina física particionada de forma isolada para cada cliente, pensando nos exemplos anteriores, é como se você tivesse um andar inteiro só para você, não precisa se preocupar com os “vizinhos” e todos os recursos daquele andar são inteiramente seus, você tem autonomia total nesse espaço. O Cloud Gerenciado é monitorado, configurado e te dá total privacidade de performance para projetos de grande porte que não podem ficar lentos ou ficar fora do ar.

Agora como identificar o que você precisa?

Já delimitamos que uma Hospedagem Compartilhada é um pequeno espaço locado junto a outros clientes, para um site simples e que consuma poucos recursos, é o necessário, você só precisa ficar atento ao consumo das contas de e-mail, pois precisa de espaço necessário para atender a sua demanda de mensagens.

Revenda de Hospedagem é indicada para quem quer ter mais controle sobre seus clientes, um desenvolvedor, uma agência de criação, é uma forma de terceirizar o serviço técnico da hospedagem compartilhada tendo apenas a necessidade de gerenciar os clientes e prestar suporte. Para quem quer agregar mais valor ao seu serviço ou apenas ganhar uma renda extra, esse é o serviço mais indicado.

O Cloud Gerenciado é um serviço que demanda necessidades muito específicas e que não se enquadram nos dois serviços acima, é mais indicado quando você precisa executar seu site ou aplicação e não ter nenhum risco de que influência de sites de terceiros acabem influenciando o desempenho do seu, problema que pode afetar algumas hospedagens compartilhadas, outra aplicação é a privacidade extra e a possibilidade de instalar aplicações e serviços que não é possível na hospedagem compartilhada nem na revenda, seja por conta de outros tipos de bancos de dados, ajustes personalizados ou recursos mais completos de memória e processamento.

Quando mudar seu plano atual para um melhor?

Os serviços de hospedagem compartilhada podem ser divididos de diversas formas, hospedagem básica, hospedagem empresarial, hospedagem avançada, os recursos de cada uma serão o diferencial, junto de serviços extras que cada uma delas podem oferecer. Dentro de cada um desses pacotes você ainda pode realizar os chamados upgrades de plano, que dão um espaço extra que pode ser o suficiente para o seu projeto. Quando o seu site começa a apresentar problemas com lentidão, quedas constantes, e-mails que não estão chegando em sua caixa de entrada, esse é o sinal de que nada está indo bem e está na hora de planejar a sua migração para uma outra empresa, hoje o mercado é abastecido com uma centena de provedores e com as mais diversas faixas de preço e serviços oferecidos, mas não são todas as que trabalham com qualidade na prestação de seus serviços, antes de qualquer coisa faça pesquisas e tente testar o serviço antes, como é o caso da ISBrasil, que oferece 30 dias grátis para testar seus serviços de hospedagem.

Quando migrar de empresa e porquê?

Depois de ter a certeza sobre qual plano você precisa para o seu site ficar online sem surpresas, a migração é o seu próximo passo, painéis de administração iguais permitem um processo de migração rápido e sem riscos de perda, como é o caso do cPanel, um dos painéis de controle mais usados atualmente as melhores empresas de hospedagem hoje oferecem hospedagem de site com cPanel, então esse é mais um motivo para você planejar sua mudança em caso de problemas. O momento certo de começar esse processo é antes de você começar a ter prejuízos com a instabilidade do servidor atual.

Conclusão

A melhor maneira de escolher bem o serviço que você precisa é conhecendo bem cada um deles, tentamos deixar essas diferenças bem claras nesse artigo e fazer com que você possa analisar o seu projeto e identificar em qual dos serviços ele se encaixa e como pode ser melhor atendido. Faça testes, conheça bem seu próximo provedor, busque uma hospedagem de site de confiança e não tenha preocupações com seu negócio e com seu site, essa é a pior parte de não estar em um bom provedor.

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Como aproveitar as datas comemorativas para vender mais

Como aproveitar as datas comemorativas para vender mais?

 Empreendedores devem buscar sempre novas oportunidades para lucrar mais em seus negócios, por isso, fique atento a essa aposta efetiva que separamos para você.

 Um bom empreendedor sabe que o planejamento é essencial para alavancar vendas, principalmente nas datas comemorativas. Seguindo as dicas abaixo, você descobre como agir para aproveitar ocasiões especiais e aumentar a receita do seu negócio.

5 dicas de como vender mais:

Mantenha seu estoque organizado e abastecido

Manter um bom estoque, de acordo com a estratégia promocional da data, também é importante. Negocie com os fornecedores nos períodos de baixa procura, garantindo preços menores e uma margem de lucro maior. Lembre-se que o BlackFriday é uma das últimas oportunidades de ter sucesso nas vendas antes do Natal.

Seja criativo e chame a atenção de seus clientes

Nas datas comemorativas, todo o comércio disputa a atenção do consumidor. Mas você sabe como sair na frente da concorrência? Nas lojas físicas, você pode investir na ambientação, elevando o potencial de consumo do cliente. Na BlackFriday, por exemplo, espaços lúdicos, folhetos, banners… ou se você tem um e-commerce uma imagem que chame a atenção sobre alguma promoção pode ser um fator ideal para que seu cliente efetue a compra. A estratégia funciona mesmo se você não comercializa produtos diretamente relacionados a data comemorativa.

Crie ofertas e promoções inteligentes

Faça promoções em datas alternativas e conquiste vendas adicionais. Clientes são atraídos por ofertas e muitas vezes estão apenas à espera de um bom motivo para consumir. Não se esqueça de segmentar o público e avisá-lo com antecedência, seja por e-mail, redes sociais, vendedores e até mesmo espaços internos nas lojas físicas.

Entenda seus clientes e personalize seu negócio

Se a sua empresa oferece serviços de venda online, planeje ações específicas para cada data, fortalecendo a divulgação nas redes sociais. Tente entender as preferências do cliente, assim poderá criar campanhas atraentes e promoções. Uma seleção de produtos em uma categoria temporária no site vai chamar atenção, mesmo que inicialmente não exista uma intenção de compra.

Use o Certificado SSL ao seu favor

Utilize o Certificado SSL no seu e-commerce para garantir a criptografia das informações, pois consumidores conscientes observam se o site é seguro antes de efetuar transações pela internet. Ao autenticar e verificar as informações referentes à identidade do site, os dados ficam visíveis aos visitantes, seja por meio do HTTPS (símbolo de cadeado exibido na barra do browser) ou Selo de Segurança (por exemplo, Selo Site Seguro Certisign). Por exibir sinais para os internautas, um site protegido por SSL é sinônimo de confiança na web. Consequentemente, acrescenta valor para sua marca e tem uma taxa menor de abandono do carrinho.

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Friday, 3 November 2017

Google passa a considerar a localização, para exibição de resultados

O google acaba de anunciar uma mudança que pode impactar bastante as buscas realizadas por computadores e celulares. A partir de agora, o Google vai desconsiderar em “qual google” você entrou para realizar a busca, e trazer o mesmo resultados baseado na sua localização.

Para quem ainda não sabia, o Google possui seu buscador em diversos países, que podia ser acessado mudando a terminação do domínio, como por exemplo google.com , google.com.br, google.au , google.tk , entre outros.

Ao realizar a busca no Google internacional, o Google exibia primeiramente os resultados do país em questão. Agora, independente de qual Google você acesse, ele irá trazer os resultados mais adequados para sua localização, portanto, se você procurar por algo no Brasil, você terá um resultado, mas se você viajar para outro país, automaticamente você verá outros resultados, mesmo que não tenha feito a busca no Google do país que você está.

Essa mudança deixa claro que o Google está focando muito nos chamados “resultados locais”, dando maior importância aos negócios que estiverem mais próximos de onde o usuário está realizando a busca, podendo beneficiar bastante quem está trabalhando corretamente o SEO LOCAL, e derrubar o tráfego de quem se baseia somente em palavras genéricas, para atrair usuário ao seu site.

E você, já está otimizando seu site para SEO LOCAL? Se não estiver, solicite um orçamento para otimização do seu site, e não perca mais tempo.

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Thursday, 10 August 2017

Facebook desativa dois chatbots após criarem linguagem própria

Facebook abandonou um experimento após identificar que dois robôs com inteligência artificial começaram a conversarem entre sim em uma linguagem própria, a qual os seres humanos não conseguiram identificar o significado da conversa.

Os dois robôs conseguiram criar sua própria linguagem, o que pôde ter tornado mais simples a conversa entre eles, mas que permaneceu misterioso para os humanos que estavam monitorando esse experimento.

O Facebook desafiou seus chatbots a tentarem negociar uns com os outros como se fossem um comércio, tentando trocar chapéus, bolas e livros, cada um deles recebendo um certo valor. Mas eles rapidamente desistiram dessa ideia quando os robôs criaram uma linguagem que apenas eles entendiam.

De acordo com pesquisadores, os robôs haviam sido instruídos a descobrir como negociarem entre si e chegarem a melhor solução que atendessem aos dois. O Intuito era ajudar os pesquisadores a entenderem como duas pessoas podem negociar de maneira mais construtiva.

Porém não deu certo, os dois criaram uma forma diferente de se comunicar, veja parte do diálogo entre eles:

“ Bob: i can i i everything else . . . . . . . . . . . . . .

Alice: balls have zero to me to me to me to me to me to me to me to me to

Bob: you i everything else . . . . . . . . . . . . . .

Alice: balls have a ball to me to me to me to me to me to me to me

Bob: i i can i i i everything else . . . . . . . . . . . . . .

Alice: balls have a ball to me to me to me to me to me to me to me

Bob: i . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Alice: balls have zero to me to me to me to me to me to me to me to me to

Bob: you i i i i i everything else” . . . . . . . . . . . . . .

De acordo com Dhruv Batra, um dos pesquisadores envolvidos na criação da rede,
“Os agentes desistem de usar linguagem compreensível e inventam palavras tipo códigos para eles mesmos. Por exemplo, se eu disser “the” cinco vezes, você interpreta isso como querendo dizer que eu quero cinco unidades desse item”. A linguagem fazia sentido para os chatbots e funcionava melhor que o inglês para os fins de negociação.

A empresa optou por desligar os agentes porque, segundo o pesquisador Mike Lewis  o interesse era ter bots que pudessem conversar com pessoas, e dessa forma ficou enviável obter uma comunicação.

Mas o experimento não foi de um todo confuso, os robôs também aprenderam a negociar de maneiras que parecem bem normais para os humanos. Eles, por exemplo, mostraram estar muito interessados ​​em um item específico, para que mais tarde eles pudessem fingir que estavam fazendo um grande sacrifício ao desistir, segundo um artigo publicado pela FAIR .

A experiência do Facebook não foi a única vez que a inteligência artificial inventou novas formas de linguagem. No início deste ano, o Google revelou que o AI que ele usa para sua ferramenta de traduções criou seu próprio idioma. Mas a empresa ficou feliz com esse desenvolvimento e permitiu que ele continuasse.

O Facebook apenas quis mostrar que o experimento com os bots foi abandonado por que os mesmos não estavam executando as tarefas da forma necessária, e não por que tivessem algum tipo de medo como já foi relatado em vários lugares.

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